Naldos Heft

STUPID PART OF A BOAT.

Tuesday, May 31, 2005

Para o arado

Verificando o céu e cada intestino é um só céu e cada uma de nossas mãos preparadas para o arado e desolação e eu penso que a dor fingida cabe bem e que posso representar meus próprios textos. Que de cá da felicidade ainda existe espaço para toda uma vida interior de meninas-de-velázquez onde espelhos e besouros estão em um imenso salão e alguém toca, toca harpa. Verter em espanhol. E estamos cheirando a alecrim e a suor a lavoura está pronta e nossa casa será branca. Com escravos que escrevam apostilas na areia, e longas filas de algodão plantado, balanços e luz na porta. De longe a Coca-cola do café, o bacon, o fusível que é cada dedo nosso que toca um fuso. Eu queria um mundo assim e estou propondo. Longe das balsas cubanas de câmara de ar de pneus de trator que são meus neurônios estragados e com gente que vai a São Tomé das Letras só pelo nome. Extensivo. Às seis lavavam os banheiros do colégio e junto com o cloro subia o mais profundo fedor de urina, como se ela estivesse brotando dos ladrilhos úmidos e como se nada, nada do trabalho de Dona Ivanildes valesse. E a urina vem das nuvens. E os feijões. Bonito pensar que já me contaram de garotos que colocaram carbono na caixa-d'água de uma escolinha municipal e água saiu roxa. Quem se assusta. Com Bogotá e qualquer ferido em Madrid. Com meu uso de nomes de cidades, de flores nos cantos dos meus olhos e. Se há seis meses eu era outro e descobri aquele depósito de dias e em meus dedos eu vejo várias alianças como a pulseira de plástico que enfeita meu pulso de dezessete anos. Sim, sim. Jogando no tempo. Fazendo previsibilidades. Amanhã não choverá em Bouville. Vou decorar meu quarto com cartões e fotos de Evita e Che Guevara e Liz Taylor e um retrato de Descartes, uma caveira de gesso, uma iguana made in Taiwan, um poema de Neruda no chão ou escrito na palma da mão. Para o novo mundo. Para o arado das minhas horas.

Tuesday, May 24, 2005

tá Sherazade

Será que dou para parar de falar de mim?
(rs) Tá... não dou. Sempre assim e se falo de um esquimó na Groenlândia há nele algo do que eu injeto (um olhar, a bota de pele de foca) e se eu falo da vida dos vizinhos da colega da minha irmã eu me coloco lá (na janela vendo o trânsito, brincando com os cães: Pituxa e Saddam) em outro bairro, vivendo outras vidas. Mas. Essa idéia literária de viver várias vidas ao mesmo tempo não é nova, ok, quem me deu a bênção foi o Harold Bloom (a bênção e a palavra bênção). Sabiam que quem canta "Pretty Woman" é o Roy Orbison? Bem. Talvez eu também tenha andado pela Rodeo Drive como a Julia (na cena mais manjada do filme) e talvez tenha inspirado Sherazade em algum dos contos das Mil e Uma Noites. Gosto de contar estorinha, de inventar um novo final para a novela do Vale a Pena Ver de Novo, de passar trotes telefônicos, de scraps absurdos e bilhetes. Tudo para falar de mim como seu eu fosse um monstro de filme de terror que incha, incha e joga tentáculos falando do que é naldo e o que naldo leu e comeu e fez e beijou e tentou e passou no paies e passou na padaria e já montava com cinco anos. Tá, Sherazade, tá. Confessa que fui eu.

Saturday, May 21, 2005

Eu sou a filha da Chiquita Bacana, nunca entro em cana
Porque sou família demais, puxei à mamãe
Não caio em armadilha e distribuo banana com os animais
Eu sou a filha da Chiquita Bacana, nunca entro em cana
Porque sou família demais, puxei a à mamãe
Não caio em armadilha e distribuo banana com os animais
Na minha ilha yeh yeh yeh que maravilha yeh yeh yeh
Eu transo todas sem perder o tom e a quadrilha toda grita yeh yeh yeh
Viva a filha da Chiquita yeh yeh yeh entrei pra "women's liberation front"...

(coisa do Caetano, desde criança gosto de ouvir minha mãe cantando essa canção)

Nem tanto. Os vestidos de casca de banana nanica são passé. E a Martinica é só um cartão-postal preso perto do teto do quarto. A parte preferida da quadrilha é o "cavalinho" e esse ano eu queria passar sobre junho naquele galope rápido. Segurando as costas da menina com vestido de bolinhas e lá do outro lado da quadra eu a deixaria para. Tendo visto tantas mulheres com tapas ainda frescos nas faces, os crânios afundados por panelas de pressão e a marca do fio do ferro de passar roupa no pescoço. E fazendo o que eu posso, senhora fazer pelo seu caso, já procurou a delegacia da mulher, e já abortou. E na quadrilha as meninas bonitas da minha vida estarão maquiadas e apoiadas em famílias que dão carros 0 e namorados e turmas. Enquanto as outras. O que eu faço por todas? Não sei, minha imagens antigas. Sei que junho é um mês feminino, de bochechas com blush e rímel. Da época em que Marília me dava um banho de folhas secas no pátio da escola, que eu mandava rosas vermelhas para A. . Mania de falar dos meses antes que eles cheguem, mas é que, é que os sopro chega antes. E qualquer domingo me deixa vago e perdido: NO SUBJECT. Esperando por um seriado, por um filme, por um sinal telepático, pela manhã de segunda _ bem cedo, bem cedo. Efeito da lasanha e de "Girl" dos Beatles, das saudades, de cravos.
(Eu tenho um estojo repleto de abelhas douradas, treinadas para as coreografias complicadas _ espiral _ e para seguir em busca de pessoas, ainda que elas estejam em conventos.)




Friday, May 20, 2005

Tom (nunca Jerry)

Eu tenho que saber que estou inteiro e tudo continua igual aqui dentro e as águas passam e só cobrem temporariamente os caminhos. Se estou cinzento e esgotado, se estouraram minha cabeça com uma bigorna (sou sempre Tom), o foguete falhou e Papa-Léguas passou rindo. Os arquivos estavam trancados e resistir aos choques (alta tensão) foi como jogar volêi. A bola (novamente) batia (outra) bigorna na minha cabeça. Um pedaço de gelatina de limão na colher é uma esmeralda que eu quero dar para o meu amor. Uma andorinha e um hibisco são signos de um zodíaco pouco conhecido. Não vou falhar ainda que me castrem como Abelardo. Não vou abjurar da fé para a falsa comunhão. Não vou me diminuir ou esconder ou obedecer. Porque ser feliz é o cogumelo que Alice comeu. E não vou comer de outro para voltar atrás. Porque cresci e apareci. Destino. E no final de "Anos Rebeldes" uma outra Heloísa (da Cláudia Abreu) recebe um tiro e cai. Eu não cairia. Meu sangue já é de ketchup. Ou seja, versátil. São necessários dois icebergs (rs), duas tesouras e duas Dalilas. Jerry me escalpela ou amarra e no episódio seguinte lá estou. Passeando tranqüilo ou dormindo _ na rede do quintal.

Wednesday, May 18, 2005

Para siempre, siempre, siempre

Tradução que faço às pressas da bela prosa de Teresa de Ávila:
Combinávamos ir para a terra dos mouros, e pedir por amor a Deus que arrancassem as nossas cabeças; e me parece que o Senhor nos dava ânimo em idade tão tenra que se tivéssemos algum meio, sem o obstáculo dos pais, iríamos mesmo. Líamos sobre pena e glória. E gastávamos muitos momentos tratando disso; e gostávamos de dizer muitas vezes: para sempre, sempre, sempre. (Vida _ Santa Teresa de Jesús)
A salvação. Teresa morreu em outubro de 1.582 em viagem de Burgos para Ávila. Santa. Muitos anos atrás ela teve visões de Cristo crucificado, quanto sangue e. Desde criança Teresa queria a salvação. Mesmo que fosse por ter a cabeça arrancada por um infiel. Aliás, principalmente assim. E aí começa meu assunto sobre salvação. E sobre onde ela está e quando acontece. Pode vir num gole de Coca-Cola, em um cartão-postal, na mordida de um cachorro louco com uma estrela branca na testa. Tudo salva. O lichamento, ficar preso no elevador, ganhar milhões de dólares em Las Vegas. Basta descobrir o sentido. Eu tento me salvar todos os dias. Poucas vezes consigo e. Não quero que um marroquino furioso corte minha cabeça como uma cimitarra brilhante. Busco a salvação em pequenos atos profanos, em imagens e frases e coisas que eu recebo. Música do Cake, nuvens, besteiras sussurradas durante a aula. E cada vez que me sinto salvo e isso quer dizer PARAÍSO PARAÍSO PARAÍSO eu faço o mesmo pedido da menina espanhola que virou uma santona cinzenta de pedra em catedral. Que seja para sempre. Que esteja afastado do mal, do mau humor, da penúria, das chateções, de fofocas, de problemas domésticos, de doenças terminais. "Lolita" me livrou de um acidente de carro. Uma conversa com Paula me livrou da pneumonia. Os scraps do orkut me livram de hemorróidas (rs). Vou me agarrando a essas tábuas. Pôr-do-sol no Campus. Lego. Enciclopédia Barsa. "Gone with the Wind...". A cabeça já caiu.

Monday, May 16, 2005

Naldo, voll der Gnade

1) Hoje Dani deixou um scrap assim:
tá tudo bem contigo?
Seu telescópio está ajustado bem no rumo da nebulosa. Será que Dani percebeu que novas explosões virão a partir sementinhas ocultas de "Dramatic Donald"? Ando prestes a escolher novas cores e escrever sobre o tema da salvação pessoal. Santa Teresa de Ávila, essas coisas.
2) Ivana comia um pastel e Patrícia tomava café. Eu nada. Falávamos de como 2.005 está sendo um bom ano. Nos degraus porque as mesas estavam ocupadas.
3) Febre de gripe. Tosses. Ando descolorido. Se os cabelos fossem platinados e ontem eu me lembrei de Lísia dizendo que fim de tarde de domingo é o ponto mais depressivo da semana. É. Não sei se é a gripe ou se é 2.005, último ano na faculdade, último ano nos degraus. Eu devia ter comido algo.
4) Tá tudo bem mas. As palavras não. Ontem eu tentei escrever ficção e foi horrível. Nem ousar eu conseguia.
5) Eu sempre tive a crença de ser um predestinado. Um cavaleiro puro com estandartes brilhando ao sol, um poeta de ilha grega, transeunte parisiense. E às vezes me confronto com meu orgulho e com o pouco que posso fazer com os meus dias. Com a falta de interesse e as aspirinas. Dormir e destruir uma tarde. Porque eu tinha, tinha a certeza que cada dia era dourado e margens de lago e que mesmo quando eu ficava querendo ter outras coisas e estar em outros lugares eu era cheio de Graça. Que eu nasci num telhado virgem cheirando a lírios e meu manto azul estrelado e entardecia. Nasci em uma quarta-feira, como meus pais. E talvez o que é agora é a Anunciação e o Anjo (de Giotto, de rosa) veio me dizer justamente que não sou predestinado e tudo isso. Um Anjo feito das palavras para as quais eu não possuo mais a chave. Não terei Jesus-romanceado, não terei as chagas nem o dom das línguas pela simples chama do Espírito Santo. O Anjo só confirma que eu sou normal. Um pouco besta. Metido mesmo. Eu faço a minha vida a cada dia, copiando do quadro no caderno, indo ao caixa eletrônico, comprando Hume para ler só no ano que vem. Normal. Como os atores de cinema que também lavam o cabelo em casa, ou como o Prêmio Nobel de Economia que gosta de tacos. O "voll der Gnade" era só impressão e desejo. Uma ilusão que talvez volte. Quando as aspirinas fizerem efeito e a febre passar. E prefiro um "pueblo" sujo perto de Bogotá, arreglar rosas do que o Queens. Se ainda fosse para morar na Big Apple.

Saturday, May 14, 2005

Dramatic Donald

como una estrella que se rompe en mil pedazos y deja idiotas a los astrónomos durante una semana, y después uno se va a dormir y mañana es otro día.
(Cortázar _ El Perseguidor _ Las armas secretas)
Donald: Só quero provar que sei atuar!
Huguinho: Alugue um teatro!
Luisinho: E uma platéia!
(Dramatic Donald _ Carl Barks _ 1.958)
Romy Schneider de azul, cabelos soltos, olhos brilhantes, quase furiosa:
Ich putze meine Zähne! Meine Zähne sind weiss!
Assim, bem na cara lavada da imperatriz da Aústria.
(Sissi)
Eu também uma estrela rompida tentando provar meu talento com dentes brancos. Venho dizendo que estou cansado. Algo se abateu ou talvez seja só frescura minha. Que odeio frescuras. Falta paciência, falta traço _ falta a liberdade que eu não conquistei. Não, não houve a Revolução Francesa. E a felicidade das rosas vermelhas é só mais um ponto na peça que Ibsen escreveu para mim. Nora-nora-nora. Mas a atuação é de Pato Donald (olha só o Carl Barks e o naquim ali nas cortinas). Eu meto a cabeça na abóbora e é isso que assusta os astrônomos. Minha covardia-senhora-do-mar. Cheira a desastre. Não dos grandes, é claro. Mas a bolo queimado, enfeite de gesso rachado, chamada não atendida. Eu tento sair do fundo do jardim e olho para vocês nos camarotes (leques e binóculos). Penso: se eles soubessem que fora dessa encenação toda eu só quero paz, um mínimo do meu antigo paraíso, três livros, Dorvalina rindo de vez quando, yaksoba com Luciana, meu amor com os cabelos ao vento (em qualquer lugar), só isso. E Johnny Carter tocando Willow Tree Atlanta Lemonade ao fundo. E não queria mais ser o cabrito de Anne Frank mas quando estava quase deixando de ser _ descubro que ainda sou outra espécie de cabrito, outra espécie de Anne Frank (se estivesse sozinho no mundo...). Estou cansado. Muito. De ser o Donald.

Thursday, May 12, 2005

Ready 2

Eu dizia que estava pronto sem saber que não. Eu não sabia que algum dia o pedido viria, ou como ou justo hoje e. Ready só de um jeitinho tolo e brejeiro. Ficou grande demais e penso que não quero chamar ninguém de João, paula, "my girl", querido ou querida. Quero apenas o seu nome. Não consigo nem apelidos. O seu nome como um lençol, ou uma gaivota sobre o mar, um parque de diversões, um dia que promete outros dias. A Declaração nº14. Meu rubor e minha felicidade. Jujubas. Pronto para fazer uma espera de anos, para mergulhar em busca das pérolas, cuidar dos porcos, alimentar as crianças, tecer dez mil tapetes, atravessar o deserto, aprender mandarim para fazer um só poema, tocar acordeón ou cravo. Para dar a prova a partir da minha carne. Uma libra? A asa de um beija-flor? Sair com redes e capturar andorinhas? Eu podia ser Zeus e entrar no seu quarto como uma chuva de ouro ou me aproximar como um cisne. Kokilan e o gamo e eu cairia primeiro na ponta das lanças. Os maiores sacrifícios e jejuns, pintar um afresco que remeta a Pollock, esperar a noite toda o momento exato em que seu ombro esqurdo brilha e me passa as coordenadas do dia. Enfeito nossa trincheira com bonequinhos de papel-cartão. Aqui foi Tókio. Desenterrando a carcaça do boi, Cunshi. Um mês ou mais. E olha só como corta a espada no rendido e olha só os passos em que vim. Para que só em mim seja provado. Eu não estava pronto, e _ acredite _ foi melhor. O pé com que você toca o chão quando acorda.

Wednesday, May 11, 2005

Candide

(Sei que estou plagiando algo brilhante do Wolfe mas casou com o que.) Eu também sou um Candidade às avessas, Miss Cunégonde ao contrário. Os jornais, os professores, o velho da quintanda do quarteirão ali, os sites sérios, as referêncais para minha monografia, os atores convidados para debater (!) um tema no "Domingão do Faustão", Noam Chomsky _ só dizem que o mundo pode (e vai piorar). Que tudo está péssimo e até a Flórida vai desaparecer sob a água das ex-calotinhas polares (meninas que perderam a voltagem), que Veneza some em um buraco de areia movediça, que a Coréia do Norte tem-tem mísseis nucleares, a inflação volta aos lares brasileiros, a corrupção-o-Bush-puritano-os-traficantes-da-favela-com-mais-poder. Sou míope mesmo. Estou no mundo com menos crianças&polimielite e onde velhos de cem anos abarrotam piscinas e transatlânticos. Mais sabores de sorvete, acústica perfeita, imagem de alta resolução, gramados sintéticos, safras batendo recordes, menos preconceito e mais liberdade. Menos distância. rezem por mim porque a alienação é quase completa. Ou a mania de só ver beleza. Filmes antigos e papiros recuperados, menos vandalismo nas tumbas do Vale dos Reis, a cultura hispânica crescendo e se infiltrando (ainda que como Jenniffer Lopez em Hollywood). Cada vez estamos mais mexicanos-californianos e livros são acessíveis em ampla escala. Sem falar nos projetos de criogenia (rs).
_ Sei que Platão me vê na caverna. Às vezes eu também me vejo lá no fundo, divã de veludo. Meu otimismo é artifício, não se preocupem. É que a cota diária de páginas sobre tortura na década de 90 só na América Latina tem me deixado com vontade de fabricar uma pílula de tudo que escrevi acima. Confuso _ blog não é lugar disso.

Tuesday, May 03, 2005

Amsterdã III

Bati a cabeça na beirada da carteira (curva de madeira e fórmica), cortei o supercílio. Pequenos desastres de um dia frio sem rios congelados para patinar ou algo do gênero. Dor de cabeça, inexplicável sono (em princípio eu nunca durmo durante o dia). Tentando um pedaço de sol na faculdade, evitando os jatos giratórios de água, prequestionamento, CLT e CPC. Sem seqüência clara. O aço afiado para cortar a superfície branca, o medo de cair e morrer. Meu guia ilustrado de Amsterdã traz uma foto de um canal congelado com patinadores coloridos em dezembro quando a prefeitura da cidade pode liberar determinados trechos para patinação manhã de Natal como eu já quis estar em Amsterdã gaivotas (sim, elas estão lá) nas pedras das ruas Albertine Vermeer em museus Prisengracht pastilhas Droste. Vocês sabem a mania de latino-quero-ser-europeu-com-frio-elegante-calefação _ será? Basta um ventinho e umas gotas de sangue aparadas em um guardanapo de lanchonete que serviu como lenço de papel? Grandes idéias para o Solstício de Verão; ops, aqui é de Inverno. Ou de vento. Quadrilhas com cheiro de pólvora dos traques um estourou bem na manga da minha camisa de flanela xadrez no anarriê olha tur camin' da roça. Mas estou adiantando assuntos do próximo mês. Acordei espirrando. Só.