Tom (nunca Jerry)
Eu tenho que saber que estou inteiro e tudo continua igual aqui dentro e as águas passam e só cobrem temporariamente os caminhos. Se estou cinzento e esgotado, se estouraram minha cabeça com uma bigorna (sou sempre Tom), o foguete falhou e Papa-Léguas passou rindo. Os arquivos estavam trancados e resistir aos choques (alta tensão) foi como jogar volêi. A bola (novamente) batia (outra) bigorna na minha cabeça. Um pedaço de gelatina de limão na colher é uma esmeralda que eu quero dar para o meu amor. Uma andorinha e um hibisco são signos de um zodíaco pouco conhecido. Não vou falhar ainda que me castrem como Abelardo. Não vou abjurar da fé para a falsa comunhão. Não vou me diminuir ou esconder ou obedecer. Porque ser feliz é o cogumelo que Alice comeu. E não vou comer de outro para voltar atrás. Porque cresci e apareci. Destino. E no final de "Anos Rebeldes" uma outra Heloísa (da Cláudia Abreu) recebe um tiro e cai. Eu não cairia. Meu sangue já é de ketchup. Ou seja, versátil. São necessários dois icebergs (rs), duas tesouras e duas Dalilas. Jerry me escalpela ou amarra e no episódio seguinte lá estou. Passeando tranqüilo ou dormindo _ na rede do quintal.

1 Comments:
At 5:57 AM,
Normanda Asterixiana said…
Ser feliz é o cogumelo que Alice comeu.
Tenho um cogumelo quase maior que eu mesma e todo o medo do mundo.
Que bom que sentes o carinho, ele está todo aqui.
Tremo por dentro, realmente queria poder contar sua sandice visionária.
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