Eu sou a filha da Chiquita Bacana, nunca entro em cana
Porque sou família demais, puxei à mamãe
Não caio em armadilha e distribuo banana com os animais
Eu sou a filha da Chiquita Bacana, nunca entro em cana
Porque sou família demais, puxei a à mamãe
Não caio em armadilha e distribuo banana com os animais
Na minha ilha yeh yeh yeh que maravilha yeh yeh yeh
Eu transo todas sem perder o tom e a quadrilha toda grita yeh yeh yeh
Viva a filha da Chiquita yeh yeh yeh entrei pra "women's liberation front"...
(coisa do Caetano, desde criança gosto de ouvir minha mãe cantando essa canção)
Nem tanto. Os vestidos de casca de banana nanica são passé. E a Martinica é só um cartão-postal preso perto do teto do quarto. A parte preferida da quadrilha é o "cavalinho" e esse ano eu queria passar sobre junho naquele galope rápido. Segurando as costas da menina com vestido de bolinhas e lá do outro lado da quadra eu a deixaria para. Tendo visto tantas mulheres com tapas ainda frescos nas faces, os crânios afundados por panelas de pressão e a marca do fio do ferro de passar roupa no pescoço. E fazendo o que eu posso, senhora fazer pelo seu caso, já procurou a delegacia da mulher, e já abortou. E na quadrilha as meninas bonitas da minha vida estarão maquiadas e apoiadas em famílias que dão carros 0 e namorados e turmas. Enquanto as outras. O que eu faço por todas? Não sei, minha imagens antigas. Sei que junho é um mês feminino, de bochechas com blush e rímel. Da época em que Marília me dava um banho de folhas secas no pátio da escola, que eu mandava rosas vermelhas para A. . Mania de falar dos meses antes que eles cheguem, mas é que, é que os sopro chega antes. E qualquer domingo me deixa vago e perdido: NO SUBJECT. Esperando por um seriado, por um filme, por um sinal telepático, pela manhã de segunda _ bem cedo, bem cedo. Efeito da lasanha e de "Girl" dos Beatles, das saudades, de cravos.
Porque sou família demais, puxei à mamãe
Não caio em armadilha e distribuo banana com os animais
Eu sou a filha da Chiquita Bacana, nunca entro em cana
Porque sou família demais, puxei a à mamãe
Não caio em armadilha e distribuo banana com os animais
Na minha ilha yeh yeh yeh que maravilha yeh yeh yeh
Eu transo todas sem perder o tom e a quadrilha toda grita yeh yeh yeh
Viva a filha da Chiquita yeh yeh yeh entrei pra "women's liberation front"...
(coisa do Caetano, desde criança gosto de ouvir minha mãe cantando essa canção)
Nem tanto. Os vestidos de casca de banana nanica são passé. E a Martinica é só um cartão-postal preso perto do teto do quarto. A parte preferida da quadrilha é o "cavalinho" e esse ano eu queria passar sobre junho naquele galope rápido. Segurando as costas da menina com vestido de bolinhas e lá do outro lado da quadra eu a deixaria para. Tendo visto tantas mulheres com tapas ainda frescos nas faces, os crânios afundados por panelas de pressão e a marca do fio do ferro de passar roupa no pescoço. E fazendo o que eu posso, senhora fazer pelo seu caso, já procurou a delegacia da mulher, e já abortou. E na quadrilha as meninas bonitas da minha vida estarão maquiadas e apoiadas em famílias que dão carros 0 e namorados e turmas. Enquanto as outras. O que eu faço por todas? Não sei, minha imagens antigas. Sei que junho é um mês feminino, de bochechas com blush e rímel. Da época em que Marília me dava um banho de folhas secas no pátio da escola, que eu mandava rosas vermelhas para A. . Mania de falar dos meses antes que eles cheguem, mas é que, é que os sopro chega antes. E qualquer domingo me deixa vago e perdido: NO SUBJECT. Esperando por um seriado, por um filme, por um sinal telepático, pela manhã de segunda _ bem cedo, bem cedo. Efeito da lasanha e de "Girl" dos Beatles, das saudades, de cravos.
(Eu tenho um estojo repleto de abelhas douradas, treinadas para as coreografias complicadas _ espiral _ e para seguir em busca de pessoas, ainda que elas estejam em conventos.)

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