Jazz band III
Eu vejo Johnny em uma estrada empoeirada (de um filme? do Arkansas?) onde moças estão em pontos de ônibus partindo para nunca mais voltar.
Ainda pensando na nossa jazz band nos microfones e nas canções e como é bom mesmo cantar no seu ouvido como lendo mas lendo como se cantasse bem naquela parte em que "pássaros selvagens" se repetem. Ouço um trovão e toquei hoje uma tulipa roxa de supermercado e dois estão ligados e estão ligados a abril e julho e aos meses de dia e ao número de dia e aos números ímpares que te dão sorte. A tulipa parecia ser feita de borracha e parecia ser uma moça que não voltará porque ela morrerá em alguma sala ou sala de espera e não comprei a tulipa justamente para não vê-la morrer na minha sala e o trovão é Johnny plantado ali talvez esperando suas ovelhas ou sua banda favorita em turnê ou um beijo e o realejo. Aquele. Vou fazer a melodia para sua melhor letra, that's a hole, e há você e há meu coração cheio com tudo isso ( e feliz e heróico como um português que desce para laçar negros na Guiné).
Eu vejo.

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